Hoje, um ano depois dele, revejo momentos.

Na minha memória surgem imagens daquele dia.

As mensagens trocadas e o encontro combinado.

Hoje, um ano depois dele, sinto que, ridiculamente, me volto a apaixonar por ele.

Aquele amor não correspondido. Serei burro? Ou ter-me-ei agarrado de tal forma a alguém de quem não me consigo desprender?

A reciprocidade existe na amizade, mas não passa disso. Infelizmente!

Hoje penso que não mudaria nada do que fiz neste ano que passou na construção da nossa ‘relação’.
Hoje penso que fui mais eu e que me entreguei, como sempre o faria, sem pensar duas vezes e de olhos fechados.
Hoje faço um balanço de todas as coisas boas que ele me acrescentou. E hoje mesmo guardo tudo isso com o maior carinho e admiração que tenho e que continua a ser tão gigante. Hoje penso também, que nos anos que virão não mudarei a minha maneira de estar e ser para ele.

A vida não nos juntou! Talvez porque não tinha que ser! Mas porque raio não tinha que ser? E a pergunta ainda hoje ecoa infinitamente em mim.

Não fui suficiente? Não sei tanto quanto deveria? Não soube ser quando deveria ter sido? Hoje, um ano depois, essa mesma vida afasta-nos na distância, mas por algum motivo nos quer manter ‘juntos’!
Eu agradeço cada dia por tê-lo em mim e assim quero que continue até ter mais de 100 anos.
Ridículo dizem vocês! Ridículo digo eu. Mas não é isto o amor por alguém que apesar de não nos corresponder nos fez/faz tão bem?
Às vezes não sei, outras não quero nem saber… Mas é muito isto: obrigado por estares em mim e me mostrares tantas coisas e me fazeres outras tantas…~
Um dia talvez nos voltemos a cruzar e nos rimos de tudo isto… Da nossa história.
Eu sorrio por poder escrever estas linhas. É porque existes em mim!

#Manel
Manel